O mercado de trabalho para pessoas mais velhas

Mercado de trabalho para pessoas mais velhas

Os jovens estão dominando os empregos e tomando lugar de pessoas mais velhas. Certo? Sim, até certo ponto.

A vontade de procurar pessoas mais produtivas e conseguir vantagem competitiva, fez com que empresas demitissem pessoas com maior tempo de casa e idade de trabalho para pegar pessoas com perfil multitarefa, mais produtivas e, sem hipocrisia, mais baratas.

Neste vídeo explico que esta tendência está mudando. As empresas estão voltando a recontratar os mais velhos ou experientes, que estão reconquistando seu espaço no mercado de trabalho. Veja porque:

E você, o que acha desta tendência? Faz sentido? Comente abaixo e deixe sua opinião.

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Hamilton Salem

Sou Empresário, Coach de Carreira, Coach de Negócios e Consultor de Marketing Digital.
Eu vou fazer você ter sucesso nos Negócios e Carreira, criando e fortalecendo sua Marca Pessoal Profissional.
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12 Comments

  • Antomar Jr

    Reply Reply 20 Dezembro, 2013

    Concordo em grande parte do assunto que foi abordado.
    O jovem tem como seus maiores defeitos, o imediatismo,e a intole-
    rancia, fazendo com que, muitas vezes as decisões sejam precipa-
    das e incorretas.
    A força de trabalho jovem, deve ser utilizada em fren-
    tes de batalha, onde é muito útil no aspecto do arrojo e na im-
    plantação de inovações.
    Parabéns Hamilton Salem pela abordagem do assunto.

    Um abraço.

    • Hamilton Salem

      Reply Reply 22 Dezembro, 2013

      Olá Antomar, tudo bem?
      Concordo com teu ponto de vista. Até para que o jovem consiga experiência em situações de conflito e pressão.
      Obrigado pela participação. Abraços.

  • Davi Paula Costa

    Reply Reply 23 Dezembro, 2013

    Hamilton,
    Estou na faixa dos “velhos”, vi sua explanação e concordo em parte com suas observações. Minha opinião sobre este ponto, baseia muito na minha experiência pessoal. Atualmente estou empregado e com algumas oportunidades ainda batendo na minha porta, parte do que você fala sobre as empresas estarem mudando buscando pessoas mais velhas para assumirem os cargos com mais comprometimento e também conseguir uma permanência maior destes em seus respectivos cargos. Quando estamos do outro lado da mesa (desempregado), temos a sensação, de acordo com a nossa realidade, de que realmente o mercado discrimina os “mais velhos” e dependendo dos objetivos da empresa, discrimina mesmo, pois algumas empresas objetivam maior produção a curto espaço de tempo sem medir o risco e outras que buscam rapidez nas respostas mas com solidez procuram os “mais velhos”. Isto que percebi nas minhas ultimas ocupações após a saida de 22 anos de trabalho numa multinacional. Por este motivo, como relatei no inicio concordo em parte contigo de que em 2014 as empresas buscarão, acredito, uma maior mescla entre profissionais iniciantes, mais novos com os mais velhos, pois como um dos comentários acima, acredito que o mescla é a melhora composição de colaboradores para as empresas se consolidarem e lucrarem.
    Abraços e Parabéns pela iniciativa.
    Davi Paula Costa
    Comprador Pleno Bramont.

    • Hamilton Salem

      Reply Reply 26 Dezembro, 2013

      Olá Davi, muito interessante seu ponto de vista.
      Concordo contigo, em certos casos (na maioria até) a empresa quer um resultado a curto prazo. Mas creio na mudança e a mescla que tanto falamos.
      Abraços.

  • Donizeti Francisco

    Reply Reply 23 Dezembro, 2013

    Caro Hamilton Salem,
    Gostei do seu vídeo e pertenço a um grupo de pessoas que tem como objetivo fazer um balho social para minimizar este efeito colateral referente a idade dos seniors e a agressividade corporativa quanto a se capitalizar diminuindo custos o que é muito subjetivo.
    Com base nos excelentes comentários feitos pelos colegas anterior a mim gostaria de dar um exemplo:
    Atuei em uma empresa/Industria Química e rede de franquias – durante 5 anos. Ocupei alguns dos seguintes cargos: represente comercial, Diretor comercial, consultor de implantação. Além da linha de produtos de nossa fabricação os quais eu e outros colegas de trabalho conheci-amos a ponto de discutir sobre os mesmo com o químico responsável, tinha uma linha de produtos de terceiros. Em época de férias quando o diretor financeiros estava na Europa e Presidente também em viagem; Fizemos uma grande venda de insetex; um inseticida para aeronaves e áreas de alimentação que elimina os insetos mas não deixa efeito residual. Não tinhamos o produto em estoque e consecutivamente os responsáveis pela parte adm financeira na ausência dos demais não se sentiam a vontade para comprar o correspondente produtos e fazer a definição do preço final pois já havia um reajuste.
    Em fim; tomei a dianteira, comprei o produto fiz os cálculos da margem anteriormente aplicada e atendemos a necessidade do cliente.
    Outro dia Assistindo o Roberto Justos no seu Aprendiz, ele atribui as seguintes características a uma candidata: ela é insuportável, quando tudo dá certo foi ela quem fez e quando tudo dá errado foram os outros. Más vou ficar com ela.
    Espero estar sendo claro o suficiente.
    Trabalhei para um milionário que Teve 38 joalheiras nos Estudos Unidos.
    Nunca colocou as mãos em um computador. (só fazia venda a vista)
    Henry Ford em uma entrevista a nível nacional não soube responder quem foi o inventor do telefone.
    Foi embora envergonhado e depois de um tempo solicitou ao reporte uma nova oportunidade para responder a respectiva pergunta em rede nacional.
    Quando na entreviste lhe perguntaram novamente quem fora o inventor do telefone?
    Ele respondeu com muita classe: Não sei, se eu quiser saber contrato um universitário, pago um salário mínimo e ele poderá responder não só esta pergunta como muitas outras que pesquisadas não agregam valor ao meu produto.
    O mesmo homem que negociou com seus fornecedores para que a caixa das peças que seus fornecedores entregavam passasse a ser maior de modo a serem aproveitados na estrutura dos carros fabricados.(diminuindo custo em mateia prima, mão de obra e serviço)
    O que ele e o dono das 38 joalherias responderiam se fossem questionados se sabem ou não utilizar um Excell nos dias de hoje?
    Tenho contatos internacionais em países Europeus, Orientais e claro no continente americano.
    Não tenho orgulho de não dominar o idioma inglês más o único idioma que realmente domino é o “Português”.
    Em conversa com um Executivo Chinês, conversávamos pelo Skype em inglês.
    Quando tive o impeto de escrever em chinês; usei o tradutor e automaticamente ele me questionou? Você escreve em Chinês? Respondi: No I dont.
    A qualidade dos serviços prestada pelos bancos, empresas de telecomunicação entre muitas outras é péssima.
    O mercado de trabalho hoje foca em diminuição de custo e agressividade.
    Uma agressividade que cobra seu preço. (Porque não falar do atendimento nos bares, restaurantes e supermercados)
    Precisamos de consciência Empresarial(disposição para ganhar um pouquinho menos; consciência governamental para investirem na retenção dos profissionais seniors, consciência dos executivos: profissionais seniors para se adaptarem a esta realidade; digo em recolocação, empreendedorismo, abertura de visão para as reais possibilidades entre muitas outras.
    Vale lembrar que as Consultorias são uma válvula de escape para muitos executivos e que não creio haver consciência da necessidade ou capital na maior parte das empresas para contratações e claro espaço no mercado para todos.
    Não quero me estender mais; mas creio que meu ponto de vista está claro nesta etapa.
    Forte abraço a todos e um Feliz Natal e Prospero Ano novo.

    • Hamilton Salem

      Reply Reply 26 Dezembro, 2013

      Donizeti, gostei do seu texto.
      Principalmente da parte em que diz sobre o grupo de ajuda social. Precisamos mais disto. Precisamos ajudar quem precisa mais.
      Neste ano de 2014 vou me empenhar mais pra ajudar todos que me deram força aqui e acreditam neste trabalho.
      Uma abraço e obrigado.

  • José Eduardo Ferreira Lopes

    Reply Reply 23 Dezembro, 2013

    Caro Hamilton Salem,

    Estou na faixa dos chamados terceira idade, melhor idade e outros eufemismos para velho.
    Não tenho medo da tecnologia, muito pelo contrário. Meu primeiro contato com computadores foi em 1969 quando fiz um curso de COBOL. Conheci os microcomputadores quando da sua chegada ao Brasil, quando fiz um curso de BASIC. Depois, na faculdade (USP) onde me formei em Ciências Contábeis aprendi FORTRAN IV além de rever o COBOL. Tenho computador em casa desde o XT, se não me engano de 2,4 MHz. Hoje tenho um iPad 4 que uso para dar aulas conectando-o a um datashow, um netbook, um notebook e um desktop com processador i7 de última geração.
    Com tudo isso, devo informar que a minha área não é TI e sim Controladoria.
    Trabalhei durante 35 anos e me aposentei por tempo de contribuição. Porém quem vive de aposentadoria, principalmente com o advento do fator previdenciário?
    Há dois anos completei o meu mestrado em Controladoria na PUC-SP e estou dando aulas em algumas faculdades. Portanto conheço bem o tipo de profissionais que estão sendo formados.
    Com tudo isso já mandei centenas de currículos e nunca fui chamado nem que fosse para me dizerem: – Olha, vi o seu currículo e só quis te conhecer pessoalmente!
    Será que é porque tenho 62 anos de idade e sou um velho inútil?

  • Wilson T. Oura

    Reply Reply 26 Dezembro, 2013

    Prezado Hamilton:

    Concordo quase que totalmente com a abordagem dada em seu vídeo, o quase decorre dos 80% que os jovens absorvem dos conhecimentos dos departamentos e ou empresas em que trabalham (talvez não tenham absorvido tanto assim!).
    Tenho 56 anos, dos quais 37 anos principalmente na Área internacional, em todos os seus departamentos (Financeiro, Contábil, Operacional, Comercial de Importação e Exportação, Jurídico/Contratos, etc.).

    Acredito que a última grande crise mundial (2008) tenha decorrido principalmente do comportamento quase que afoito destes jovens.

    Um Grande abraço

    Wilson T. Oura

    • Hamilton Salem

      Reply Reply 26 Dezembro, 2013

      Wilson, este ponto dos 80% realmente faltou um pouco mais de explanação.
      Pode ser que o conhecimento PERCEBIDO seja de 80%, ou seja, o jovem ACHA que aprendeu tudo isso.

      Abraços.

  • Celson Nunes

    Reply Reply 27 Dezembro, 2013

    Hamilton, assisti ao seu vídeo e concordo com o seu comentário, gostaria de adicionar que a mesclagem dos mais novos com os mais experientes produzem um bom resultado.

    • Hamilton Salem

      Reply Reply 28 Dezembro, 2013

      Olá Celso, tudo bem?
      Concordo contigo, a mescla é a melhor opção. Mas será que esta mescla não pode gerar um limite de produtividade? Como quebrar este limite?
      Abraços.

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